Memórias Paroquiais de 1758: Santo Tirso de Prazins

Igreja de Santo Tirso de Prazins (Foto da Paróquia)
De Santo Tirso de Prazins também não há memória paroquial de 1758. A igreja matriz actual começou a ser construída em 1791. Há memória de duas antigas capelas, uma dedicada S. Tiago, no monte que tem o nome do santo, outra no lugar da Almuinha, junto ao limite com a freguesia de Pencelo.
Um dos montes que rodeiam a freguesia é conhecido como o monte do Castro, o que, por si só, é revelador de que ali teria existido uma povoação pré-romana. A demonstrá-lo, estão os vestígios que lá foram encontrados, nomeadamente um ânfora que, em 1887, foi oferecida à Sociedade Martins Sarmento por Joaquim Ribeiro da Costa Brito. Segundo o Abade de Tagilde, existia a tradição de que os mouros da Citânia de Briteiros iam àquele monte, “a festas e romarias”, duas vezes em cada ano.

Santo Tirso de Prazins
Prazins é aldeia e paróquia do termo da vila Guimarães e comarca do mesmo nome. O seu povo consta de 92 fogos, com 250 almas de comunhão na matriz dedicada a Santo Tirso.
O pároco é abade, in solidum apresentado pela Mitra de Braga, e tem de côngrua 400$000 réis.
Prazins, Santo Tirso de”, Dicionário Geográfico de Portugal (Memórias Paroquiais), Arquivo Nacional-Torre do Tombo, Vol. 42, n.º 353, p. 170.

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