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Guimarães em 1864

A cidade de Guimarães, vista a partir dos jardins de Vila Flor. Gravura de autor desconhecido tirada a partir de fotografia de Antero Frederico de Seabra. Arquivo Pitoresco, 1864, p. 377
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A fechar a série de textos que o historiador e arqueólogo Inácio de Vilhena Barbosa dedicou aos monumentos e às praças de Guimarães, que vieram inicialmente a lume nas páginas da revista Arquivo Pitoresco, publicámos aquele em que traça uma panorâmica geral da cidade, da sua história, da sua economia e do seu património, ilustrado por uma gravura que reproduz uma vista geral de Guimarães tomada a partir de um dos seus miradouros mais privilegiados, os jardins do palacete de Vila Flor. Com este texto, que complementa os restantes onze que aqui divulgámos ao longo das últimas semanas, se conclui uma revisitação de Guimarães em meados do século XIX, marcada por uma escrita de primeira água e por um rigor histórico até aí desconhecido nos estudos sobre Guimarães e que muitos dos que o viriam a repetir, sem o citar, não almejaram alcançar.
Um texto cuja leitura se recomenda a todos os que se interessam pela história e pelo património de Guimarães.

Cidade de Guimarães
A história da fundação de Guimarães e seus primeiros progressos está incluída na da colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e na do castelo da condessa D. Mumadona. Seria pois superfluidade repetir aqui o que dissemos largamente acerca destes dois monumentos a pág. 353 do vol. IV e 204 do vol. VI.
Já sabem, portanto, os nossos leitores como a vila de Guimarães nasceu e prosperou à sombra dos muros protectores da casa de Deus, e da praça de guerra; como o conde D. Henrique de Borgonha, e sua mulher, a rainha D. Teresa, entrados na posse do condado de Portugal, vieram estabelecer a sua corte em Guimarães, e a sua habitação no castelo da condessa D. Mumadona. Sabem também que neste castelo, em um palácio que hoje apenas alcançaria o título de humilde casa burguesa, teve o berço o nosso primeiro rei e um dos mais esforçados campeões que houve naquela idade.
Sabem, finalmente, que D. Afonso Henriques, muito antes de receber dos seus soldados o título de rei de envolta com os louros de uma grande vitória, fora cercado naquela fortaleza por seu primo, D. Afonso VII, rei de Leão e de Castela, que o queria obrigar a render-lhe vassalagem. Também já referimos a lenda do velho e fiel aio D. Egas Moniz, quando empenhou a sua palavra para afastar os inimigos da presença do seu príncipe, e que depois ofereceu a própria vida e a de sua mulher e filhos em holocausto da palavra não cumprida.
Não desfrutou Guimarães por muitos anos as regalias e vantagens de corte. D. Afonso Henriques, impelido pelo braço da Providência, que o destinara para resgatar Portugal do jugo mauritano, transferiu a sua corte para Coimbra logo que principiou a estender as suas empresas pela Estremadura e Alentejo, ainda em poder dos sarracenos.
A religião indemnizou, porém, a vila do que a política lhe fez perder. À maneira que a espada gloriosa de D. Afonso Henriques dilatava os limites da nascente monarquia, arremessando para longe as hostes agarenas, afluíam a Guimarães cada vez mais os romeiros e peregrinos, vindos de muitas léguas em derredor, e até da Galiza, para venerarem a sagrada e milagrosa imagem de Nossa Senhora da Oliveira.
Foi crescendo a devoção com a fama dos milagres, e assim também se engrandeceu a vila sob a protecção da Virgem, estabelecendo-se nela muitas famílias nobres, e algumas ordens religiosas.
No meio destas prosperidades veio açoitá-la o flagelo da guerra; a primeira vez, nas discórdias que rebentaram entre el-rei D. Dinis e o infante D. Afonso, seu filho e sucessor1; a segunda, na luta da independência de Portugal travada entre o mestre de Avis e D. João I de Castela.
Foi durante este período de cem anos que el-rei D. Dinis e seu filho D. Afonso IV cercaram de muros a nova vila de Guimarães, aos quais el-rei D. João i acrescentou várias torres.
No século seguinte (XV) enobreceu a vila com um grandioso palácio o conde de Barcelos, D. Afonso, ao diante 1.° duque de Bragança, filho bastardo de el-rei D. João I. Referir que este príncipe ia de vez em quando passar temporadas a este palácio; que nele habitou depois de viúva, e aí faleceu, a duquesa D. Constança de Noronha, sua segunda mulher, neta pela parte paterna de D. Henrique II, rei de Castela, e pela materna de el-rei D. Fernando de Portugal; e que outros príncipes desta família ali viveram, ainda que em residência temporária, equivale a dizer que a vila de Guimarães assumia nessas ocasiões o aspecto animado e esplêndido de uma corte, tal era o fausto com que se tratavam os duques de Bragança, e tais o número e qualidades da criadagem que os servia2. Além disto, recebeu por várias vezes as visitas dos nossos soberanos.
Foi seu primeiro donatário D. Fr. Álvaro Gonçalves Camelo, por mercê de el-rei D. João I, no ano de 1403. Vagando depois para a coroa, foi dado este senhorio por el-rei D. Afonso V a D. Fernando, 1.° do nome e 2.° duque de Bragança; e ao filho primogénito deste, também D. Fernando, foi concedido por essa ocasião o título de conde de Guimarães, que mais tarde foi elevado a duque.
O século XVI foi para esta vila um misto de festas e tristezas, de ventura e de infortúnio. Tendo casado o infante D. Duarte, filho de el-rei D. Manuel, com D. Isabel, filha de D. Jaime, 4.° duque de Bragança, que lhe trouxe em dote o senhorio e palácio de Guimarães, intitulou-se aquele príncipe duque de Guimarães, título e senhorio em que lhe sucedeu seu filho D. Duarte, por cuja morte foram incorporados na coroa.
Passado algum tempo depois do seu consórcio, foram os reais noivos recebidos nesta vila e obsequiados durante a sua permanência nela com toda a sorte de galas e festejos usados nesses tempos. E, enquanto o povo assim folgava, desenvolviam-se a indústria manufactora e o comércio, incitados e alimentados pela navegação do alto mar, fruto dos descobrimentos e conquistas verificados no decurso de cem anos.
Porém, as pestes que assolaram Portugal neste mesmo século XVI converteram por vezes em dor e luto todas aquelas alegrias e felicidades, dizimando cruelmente a população da vila, sobretudo na chamada grande peste do ano de 1569, que fez mais de duas mil vítimas dentro dos muros de Guimarães, isto é, roubou-lhe metade dos habitantes que então encerrava.
O jugo de Castela, as invasões dos holandeses e franceses no Brasil e as guerras da restauração da nossa independência, apesar de que o inimigo não ousasse afrontar-lhe os muros, estagnaram o seu comércio e tornaram decadente a sua indústria fabril.
Com a entrada do século XVIII, volveram-lhe de novo os dias felizes, porque a descoberta das minas de oiro e diamantes do Brasil, fazendo reviver o amortecido comércio do reino, ressuscitaram aqueles dois ramos da indústria de Guimarães.
Esta quadra de prosperidade estendeu-se por quase todo o século, durante o qual teve a vila mui notáveis aumentos, tanto em população como em edifícios nobres.
Não lhe foi assim propícia a primeira metade do século XIX. Os males que sobrevieram ao país com as invasões dos espanhóis e franceses; depois. a separação do Brasil e, logo em seguida, as nossas discórdias civis, lançaram no mais profundo abatimento as suas manufacturas de linho, cutelarias, serralharias e curtumes de coiros, que davam emprego à maior parte dos seus filhos.
Estas desgraças foram ainda acrescentadas pelo abandono em que jazeu a viação pública por largos anos, de modo que a vila de Guimarães chegou a ter as suas comunicações, não diremos já com Lisboa, mas com as terras importantes da província, incluindo Braga, a três léguas de distância, se não interrompidas, pelo menos dificílimas.
Estamparam-se todas estas calamidades públicas nos edifícios da vila como a doença no rosto do enfermo. As ruas, onde moravam os industriais e outros indivíduos da classe desfavorecida da fortuna, pareciam uma povoação próxima a cair em ruínas.
A instituição de um mercado semanal veio travar da roda a esta progressiva decadência. Graças à fertilidade do solo dos terrenos circunvizinhos, e graças também aos hábitos laboriosos daquele bom povo, o mercado de todos os sábados tomou tais proporções, que em breve apresentou a aparência de uma grande feira anual. O seu movimento, principalmente em fazendas de lã, seda, linho e algodão; em loiças, cutelarias, ferragens e utensílios de lavoira; em legumes e cereais; em grão, farinha e pão cozido; e em gados vacum e suíno, representa valores de bastantes contos de réis. 3
Em 1845, organizou-se a companhia das obras públicas e, começando os seus trabalhos nesse mesmo ano, foi a estrada do Porto a Guimarães por Santo Tirso uma das primeiras obras que empreendeu. Porém, a revolução que rebentou na província do Minho, no ano seguinte, paralisou todo este esforço, deixando aquela estrada em meio da construção.
Felizmente, passados alguns anos, o país entrou em via de progresso, vagaroso, mas regular, e sem interrupção. A província do Minho foi dotada com belas estradas, que já ligam entre si as suas principais povoações, e que se vêem continuamente concorridas de diligências. Guimarães goza também deste benefício. Por meio da nova estrada que conduz a Vila Nova de Famalicão, tronco ou centro de quase todas que cortam a província, comunica-se fácil e comodamente com as grandes terras do Minho e, por conseguinte, pelo auxílio dos caminhos-de-ferro, com as províncias do Douro, da Beira, da Estremadura e Alentejo. A estrada para o Porto por Santo Tirso está quase concluída, e não tardará muito que tenha outra para Trás-os-Montes, actualmente em construção.
Estes melhoramentos, além de outros introduzidos modernamente na legislação e no sistema económico do país, deverão trazer um futuro próspero a uma terra tão industriosa e tão generosamente dotada pela natureza, como esta é.
Recebeu Guimarães o seu foral das mãos do conde D. Henrique de Borgonha. No antigo regime gozava da prerrogativa de enviar procuradores às cortes, os quais se sentavam no banco terceiro. Tem por brasão de armas, desde muita antiguidade, um escudo com a imagem da Virgem, em campo de prata, tendo nos braços o Menino Jesus, que empunha, na mão esquerda, um ramo de oliveira. Guimarães foi elevada à categoria de cidade pela sra. D. Maria II.
Está sentada esta nobre povoação em terreno um tanto alto e levemente acidentado, próximo das faldas da serra de Santa Catarina. Dista do Porto uns 40 quilómetros para o norte e 15 de Braga para leste.
É capital de um concelho muito extenso e populoso e cabeça de comarca. Pertence à província do Minho, distrito administrativo de Braga. É quartel de um batalhão de caçadores.
Encerra uns sete mil habitantes, que se dividem pelas seguintes paróquias: Nossa Senhora da Oliveira, S. Miguel do Castelo, S. Sebastião, S. Paio e S. Tiago. Acerca da primeira, que desfruta o título de insigne e real colegiada e as honras de capela real; e sobre a segunda, onde foi baptizado o fundador da monarquia, podem os nossos leitores ver o que escrevemos a pág. 5, 41, 166 e 353 do vol. IV e 172 deste vol.
Dizem que a igreja de S. Tiago fora, sob o domínio dos romanos, um templo gentílico dedicado a Ceres. Deu fundamento a esta opinião uma lápida com uma inscrição que aí se achou, quando se fez a reedificação desta igreja paroquial.
É Guimarães uma das terras do reino que possui maior número de igrejas e ermidas, conventos e estabelecimentos de caridade. Faremos, portanto, menção das principais:
A igreja da Misericórdia, situada no largo do mesmo nome, foi fundada em 1585. Nada tem que mereça notar-se.
Nossa Senhora da Consolação é um templo moderno, de arquitectura ornamentada, que se ergue graciosamente em um dos extremos da cidade e no meio de risonha paisagem. 4
A igreja de S. Dâmaso foi fundada em 1641 em honra deste santo pontífice, que era natural desta cidade.
O convento de Nossa Senhora das Neves, chamado vulgarmente de S. Domingos, da ordem dos pregadores, teve a sua primeira fundação em 1271. Foi reconstruído e ampliado em 1395, e novamente reedificado no século XVII. Tem um grande templo, rico interiormente em obra de talha doirada, e que está bem conservado para o culto.
O convento de S. Francisco, que foi de religiosos franciscanos. Também se pode dizer que teve três fundações, em 1216, 1274 e 1322. Na igreja, que conserva a sua antiga estrutura, está sepultada a duquesa de Bragança, D. Constança de Noronha, de que acima falámos. Junto desta igreja acha-se o templo do hospital dos terceiros de S. Francisco.
Convento de Santo António, que pertenceu aos frades capuchos da província da Soledade, foi erecto em 1644. Depois da extinção das ordens religiosas estabeleceu-se nele o hospital militar.
Convento de Santa Clara, de religiosas claristas, teve princípio no ano de 1540. É grande o edifício do convento e ainda encerra crescido número de moradoras, mas quase todas recolhidas ou educandas. As religiosas são poucas.
Convento de Santa Rosa, de freiras domínicas, foi construído em 1680.
Convento da Madre de Deus, de religiosas capuchas, foi fundado em 1673. Suprimiu-se há pouco tempo, se não nos falha a memória, por não ter o número canónico.
Convento de Santa Teresa, de freiras carmelitas calçadas, erecto em 1685. Foi extinto pelos anos de 1850, em consequência de ter falecido a última religiosa. Serviu depois de hospital do batalhão de caçadores n.º 7 e, há pouco tempo, foi concedido pelo governo à sociedade instituidora do asilo de infância desvalida de Santa Estefânia. 5
Os estabelecimentos de caridade são, além deste, os hospitais da Misericórdia, de Santo António dos Capuchos e dos terceiros de S. Francisco e de S. Domingos. Os dois últimos são muito importantes e bem administrados, e ocupam grandes edifícios. O de S. Domingos tem contíguo um jardim espaçoso e desafrontado, que se plantou haverá 18 ou 20 anos e que costuma ser franqueado ao público. Para se fazer ideia dos recursos de que dispõem estes dois estabelecimentos e da grandeza que ostentam, bastará dizer que cada uma das duas confrarias conta de mil a dois mil irmãos e que andam em competências de qual delas terá o seu templo mais bem ornado, e nele mais esplêndidas funções, e o seu hospital com mais asseio e melhor serviço. Exceptuando a gente pobre, poucas pessoas deixam ali de pertencer a uma destas confrarias, qualquer que seja a sua idade ou sexo.
As ruas de Guimarães são em geral estreitas, tortuosas e pouco limpas; mas, em compensação, possui grandes praças, e algumas delas guarnecidas de chafarizes e boas casas. As principais são: praça do Toural6; terreiro de S. Francisco, onde estão as duas igrejas desta invocação; a praça Maior, em que se erguem a colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e a casa da câmara; a praça do Peixe, que se abre em frente da igreja paroquial de S. Tiago; terreiro da Misericórdia7; terreiro de S. Sebastião; e campo da Feira. 8
Da casa da câmara já tratámos em outro lugar. 9
Tem esta cidade um teatro intitulado de D. Afonso Henriques. Também no convento de S. Francisco se construiu outro, mas não sabemos se ainda existe.
Apesar de se terem cometido em Guimarães muitos actos de vandalismo contra os monumentos da antiguidade, ainda conserva de pé alguns muito apreciáveis. Além dos que temos citado, encerra os que se seguem: Paço dos duques de Bragança, obra do 1.° duque, próximo do castelo; é um vasto edifício, pela maior parte em ruínas, servindo, contudo, de quartel10; a alfândega, antigo e curioso edifício; várias torres e alguns lanços da cerca dos muros de D. Dinis.
Abastecem a cidade de excelente água muitas fontes, dentre as quais sobressai, por mais esbelta e de melhor fábrica, a da praça do Toural. (Vid. a gravura e artigo a pág. 92 e 93 deste vol.
Não tem passeio público propriamente dito, porém suprem-lhe essa falta o jardim dos terceiros de S. Domingos e o campo da Feira, modernamente plantado de árvores e realçado pela ribeira que o corta e por sua magnífica ponte coroada de estátuas e guarnecida de assentos e árvores.
Os arrabaldes são encantadores. Acidentados, cobertos de uma vegetação pomposa e regados por uma infinidade de fontes e ribeiros, apresentam muita variedade de sítios amenos, formosos e pitorescos. Dão-lhe bastante realce os palácios e quintas dos srs. condes de Arrochela e de Vila Pouca, com os seus jardins dispostos em tabuleiros, como degraus de um trono, guarnecidos de bonitos lagos, estátuas, vasos, pirâmides e balaustradas de pedra.
A serra de Santa Catarina e o mosteiro da Costa são também singulares ornamentos destes arrabaldes. A serra é muito parecida com a de Sintra na espessura dos bosques, na corpulência das árvores, nas águas que se despenham pelas quebradas, nos rochedos descomunais de que está eriçada e nas grutas que se abrem debaixo dos enormes penedos que lhe fazem coroa. São duas grandes lapas uma sobre a outra. A de cima transformou-a a devoção em uma capela de Santa Catarina, que dá o nome à serra e que é muito concorrida de romagens.
O mosteiro de Santa Marinha da Costa acha-se edificado no dorso desta serra. Era um dos célebres mosteiros do país; rico no edifício, nas rendas, e em memórias da rainha D. Mafalda, que o fundou, e de D. António, prior do Crato, que foi ali educado. Pertenceu aos monges de S. Jerónimo. Na sua cerca havia dois carvalhos colossais, que foram plantados pela rainha fundadora. Um deles secou haverá trinta anos. O outro conserva-se frondoso e cheio de viço, contando sete séculos, como se apenas tivera um. Medindo-o a primeira vez que fomos a Guimarães, em 1845, achámos que tinha de circunferência o tronco principal 47 palmos. É uma das maiores árvores que existem no país. É um verdadeiro monumento do reino vegetal. O edifício do mosteiro é hoje propriedade particular. A igreja conserva o culto e, em dia de Santa Marinha, que é o seu orago, faz-se nela uma grande festa, que atrai a este lindíssimo sítio extraordinária concorrência de romarias.
O concelho de Guimarães é um dos mais férteis e produtivos da província do Minho, tanto pela feracidade do torrão, como pela abundância de águas que brotam de toda a parte e se cruzam em todas as direcções. Produz muitos cereais, especialmente milho, boa quantidade de legumes, vinho verde, linho, algum azeite e bastantes frutas, sobretudo castanhas. Tem excelentes pastagens, em que se cria muito gado.
Guimarães tem sido berço de muitos santos e de muitos varões ilustres nas armas, nas ciências e nas letras.
A nossa gravura é cópia de uma fotografia do sr. Seabra. O primeiro plano representa um dos jardins do sr. conde de Arrochela.
I. DE VILHENA BARBOSA.
[in Arquivo Pitoresco, vol. VII, Lisboa, 1864, pp. 3375-340]
NOTAS:
1 Vid. Pág. 348 do vol. V.
2 Vid. Pág. 47 do vol. IV.
3 Vid. o que dizemos acerca deste mercado a pág. 218 deste vol.
4 Vid. a gravura e artigo a pág. 92 e 93 deste vol.
5 Vid. a gravura e artigo a pág. 57 do vol. V.
6 Vid. a gravura e artigo a pág. 217 deste vol.
7 Vid. o artigo e gravura a pág. 345 do vol. VI.
9 Vid. a gravura e artigo a pág. 385 do vol. V.
10 Vid. a gravura e artigo a pág. 33 do IV vol.


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