Os ícones também se abatem.
Era uma imagem icónica no
Toural, a palmeira que espreitava a praça por entre o casario que, quando cresceu, a respeitou e não lhe tapou as vistas. Já não a veremos mais. Foi mandada abater por quem faz
juras de paixão e eterno amor ao verde, ao mesmo tempo que esconde as mãos com os dedos cruzados
em figas.

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