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metaset({"version":"1.0","encoding":"UTF-8","entry":{"xmlns":"http://www.w3.org/2005/Atom","xmlns$blogger":"http://schemas.google.com/blogger/2008","xmlns$georss":"http://www.georss.org/georss","xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-51812987822366859.post-4008253865732380548"},"published":{"$t":"2011-07-16T22:25:00.011+01:00"},"updated":{"$t":"2011-07-16T22:53:58.468+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"CEC2012"}],"title":{"type":"text","$t":"Rebobinando"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-33ISezYIgaA\/TiH_2urONkI\/AAAAAAAABr4\/o2ZS8hetQvo\/s1600\/CecCandidaturaWeb.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" height=\"640\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-33ISezYIgaA\/TiH_2urONkI\/AAAAAAAABr4\/o2ZS8hetQvo\/s640\/CecCandidaturaWeb.jpg\" width=\"452\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003ENo princípio: a candidatura de todas as esperanças\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"background-color: #f3f3f3; color: #666666; font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003ENeste tempo, a menos de seis meses de 2012, em que algo se move e em que já se tornou claro que, haja o que houver, nada será como dantes, importa reflectir sobre o processo que nos conduziu ao actual estado de coisas. Ao reler o que aqui se publicou desde o início de 2010, percebo que se poderia ter evitado chegar onde se chegou, se se tivesse prestado atenção aos sinais que, sendo visíveis para todos, foram ignorados ou menosprezados por quem lhes devia prestar atenção. Como contributo para a reflexão que se impõe, aqui recupero alguns excertos de textos que coloquei neste espaço ao longo dos últimos dezanove meses.\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E\u003Cb\u003E8 de Janeiro de 2010\u003C\/b\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/04\/recuperando-um-contributo-para-insuflar.html\"\u003EA Capital Europeia da Cultura deve ser assumida como um projecto global de cidadania. Um projecto inclusivo, que envolva os cidadãos europeus de Guimarães, num processo partilhado, discutido e participado. Um projecto que não deixe ninguém de fora. Um projecto em que, mais do que veículos, destinatários, espectadores ou público, os cidadãos sejam actores do processo. Para tanto, haverá necessidade de se criarem espaços, formais e informais, de diálogo e de partilha, em conformidade com o que está inscrito no programa da candidatura aprovada em Bruxelas. Para que 2012 mobilize os cidadãos e se afirme como uma construção colectiva marcante, em que todos se sintam do lado de dentro.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E[Texto colectivo dos presidentes das direcções do Círculo de Arte e Recreio, do Cineclube de Guimarães, do Convívio, da Sociedade Martins Sarmento e da Sociedade Musical de Guimarães]\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E13 de Janeiro de 2010\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E \u003C\/span\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2010\/01\/capital-europeia-da-cultura-e.html\"\u003ECompreende-se que o tempo não tem jogado a favor de quem tem a seu cargo a gestão do processo, mas é certo que ainda não se vêem resultados de um dos objectivos prioritários definidos no documento de candidatura, onde se lê que \"uma vez que \"um acontecimento que não se dá a conhecer é como se não existisse\", considera-se prioritário, no processo de desenvolvimento do projecto, a realização de um projecto de comunicação\". A menos de dois anos de 2012, não se conhece qual seja o projecto de comunicação para Guimarães, Capital Europeia da Cultura. E vão faltando elementos básicos no processo de comunicação, nomeadamente ao nível da imagem: o logótipo ainda não existe, a página na \u003Ci\u003Einternet\u003C\/i\u003E é escassa em informações, além de pouco dinâmica (a página já tem quase meio ano, mas continua com funcionalidades inactivas, como o espaço destinado à imprensa, central em qualquer estratégia de comunicação; no momento em que escrevo, a notícia mais recente que se pode ler no \u003Ci\u003Eclipping\u003C\/i\u003E de notícias data de 19 de Outubro de 2009; por mais que se procure, não se consegue aceder a qualquer dos documentos já produzidos, relacionados com a organização, mesmo aqueles que antes ali estiveram acessíveis). Temos que ser mais eficazes e mais exigentes no domínio da comunicação.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E29 de Outubro de 2010\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2010\/10\/cec2012-e-comunicacao-uma-reflexao-que.html\"\u003EÉ certo que o tempo urge, mas ainda é possível acertar a agulha. Para tanto, não é preciso inventar nada. Bastará levar à prática aquilo que também está previsto no documento de candidatura ao título de Capital Europeia da Cultura: criar uma equipa de comunicação ágil e eficaz, de inquestionável experiência e profissionalismo, e gizar, com recurso a \"um conjunto de peritos e especialistas\", um plano de comunicação que, em todos os momentos do processo, transmita \"uma única imagem de projecto – um projecto emblemático, que se assume como capitalidade e com impacto a longo prazo\". Esse plano deverá ter entre as suas preocupações a de \"favorecer o contacto, a aproximação e a participação activa das forças vivas locais no desenvolvimento da execução do evento\". Até ao momento, não é visível que o plano de comunicação da CEC exista. Se existe, não funciona. Não será por falta de tempo, nem de orçamento.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Cspan class=\"MsoHyperlink\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2010\/10\/cec2012-e-comunicacao-uma-reflexao-que.html\"\u003E\u003Cspan style=\"text-decoration: none;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Cspan class=\"MsoHyperlink\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2010\/10\/cec2012-e-comunicacao-uma-reflexao-que.html\"\u003EA cidade e os cidadãos têm que voltar a ser ganhos para o objectivo de 2012. É preciso acrescentar, ao orgulho de ser de Guimarães, o sentimento de pertença à Capital Europeia da Cultura. É urgente investir na comunicação, feita com imaginação, criatividade e inteligência, para envolver neste desígnio colectivo entusiasmante o nosso património mais valioso: as pessoas\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E.\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E5 de Novembro de 2010\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2010\/11\/nao-ha-so-nuvens.html\"\u003EGuimarães é terra com uma história muito rica, no que toca à cultura. Não será uma nuvem passageira que irá destruir um património colectivo construído ao longo de muitas décadas pelos cidadãos e pelas instituições de Guimarães. Havia vida antes da CEC, haverá vida depois da CEC. Não faltará vida durante a CEC.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E6 de Novembro de 2010\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2010\/11\/sinais.html\"\u003EAssobiar para o lado não é remédio, quando o que está em causa é o prestígio de Guimarães e a sua imagem, francamente positiva, projectada ao longo de muitas décadas. Esse património colectivo tem que ser acautelado. É urgente resolver o que houver a resolver. Corrigir o que houver a corrigir, minimizando os danos. E depois, que o processo retome o seu curso natural, como aquilo que sempre foi, antes de tudo o mais: um grande desígnio de Guimarães e dos vimaranenses.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E24 de Fevereiro de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003EA Capital Europeia da Cultura lá vai ganhando notoriedade. Infelizmente, quase sempre pelas \u003Cb\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/jornal.publico.pt\/noticia\/23-02-2011\/ps-defende-saida-de-ricardo-rio-da-fundacao-cidade-de-guimaraes-2012-21400238.htm\"\u003Emás\u003C\/a\u003E\u0026nbsp; \u003Ca href=\"http:\/\/www.canalguimaraes.com\/show\/5550-Vinho-da-CEC-e-do%20-Douro\"\u003Erazões\u003C\/a\u003E\u003C\/b\u003E. Se a ideia fosse demolir a boa imagem de Guimarães, construída ao longo de tantos anos, dificilmente se faria melhor. Cansados de verem a sua cidade nas bocas do mundo por razões que antes não eram costume, as gentes de Guimarães continuam, com insuspeitada paciência, à espera de notícias positivas\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E21 de Março de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/03\/repondo-verdade.html\"\u003ESe a relação entre a CEC e os vimaranenses está inquinada, a responsabilidade não é minha, nem, muito menos, dos vimaranenses. Se a CEC e a FCG têm má imprensa, aos seus responsáveis compete perceber porquê. O que perturba os vimaranenses é, a cada dia que passa, terem que ler nos jornais notícias negativas acerca de algo que deveria ser um grande momento de envolvimento e de mobilização colectiva. Não estão habituados a tal. Nunca o estarão. Quem ainda não percebeu que todos os problemas e polémicas que têm rodeado a construção da CEC atingem seriamente a auto-estima dos cidadãos de Guimarães, levando-os a reagir negativamente, ainda não percebeu nada. E já era tempo, não era?\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E18 de Maio de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/05\/deriva.html\"\u003EO barco vai à deriva, sem rumo certo, anunciando-se o afundamento. O problema já se percebeu onde está. Está na sala de comando, onde, apesar dos avisos, quem comanda, não vê, nem ouve. Mas fala: cada vez mais distante da realidade, vai explicando, com eloquência e vazio, que a sombra que se aproxima, não é o abismo que todos adivinham, mas o sol radioso da terra prometida, que ninguém mais enxerga.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E24 de Maio de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003EO problema não são \u003Cb\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-b0BtRxXtvn0\/TdudaNeJvvI\/AAAAAAAABi4\/dHy8qb3-Qfo\/s1600\/JN20110524.jpg\"\u003Eas notícias\u003C\/a\u003E\u003C\/b\u003E, mas os factos que estão por trás delas. Não adianta tentar suprimir a mensagem, nem fazer tiro ao alvo ao mensageiro. É urgente acabar com a razão de ser destas notícias, que ameaçam envenenar irreversivelmente um tempo que devia ser de celebração colectiva. Estamos cansados. Já basta.\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E2 de Junho de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/06\/da-distancia-que-vai-entre-o-dizer-e-o.html\"\u003EPor aqui não temos, nunca tivemos, problemas em aceitar que viesse de fora quem fosse capaz de fazer melhor do que nós o que havia para ser feito. Acontece que, desta vez, temos todas as razões para nos sentirmos defraudados. É hoje consensual e transversal à sociedade vimaranense a ideia de que a Capital Europeia da Cultura com que se sonhou ameaça transformar-se num imenso pesadelo. Ainda vamos a tempo de conter os danos, mas isso só será possível com soluções colectivamente assumidas, que permitam voltar a ganhar a confiança das pessoas, incutindo um entusiasmo renovado no processo de construção da Capital Europeia da Cultura.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E6 de Junho de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/06\/o-que-agora-nos-faz-falta-pequeno.html\"\u003EHoje é claro que se cometeram erros de \u003Ci\u003Ecasting\u003C\/i\u003E. Confesso que a primeira vez que ouvi falar no nome da actual Presidente da Fundação Cidade de Guimarães foi quando vi anunciar-se o seu nome para o exercício dessas funções. Causou alguma surpresa, uma vez que se tinha chegado ao consenso de que o “comissário” da CEC 2012 haveria de ser uma figura ligada à cultura, com renome internacional e algum vínculo a Guimarães. Na altura, justificou-se a escolha com o argumento de que seria especialista nos complexos processos de candidaturas a financiamento europeu. Houve quem dissesse que na máquina que tinha que ser montada fazia falta um técnico com tais competências, mas não como responsável máximo da estrutura que tomaria a seu cargo a preparação da CEC 2012. A realidade veio a dar razão aos reticentes. Reconheço qualidades à actual Presidente da FCG, mas não as que a recomendariam para assumir a condução de um processo com as exigências deste. Sob a sua condução, o projecto entrou, há muito, em rota de colisão com a realidade. E, ao que se ouve, nem sequer as candidaturas a financiamento europeu estarão a correr como se esperava que corressem.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E10 de Junho de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/06\/o-fio-da-meada-os-estatutos-da-fundacao.html\" style=\"font-family: inherit;\"\u003EJá se percebeu: existe um problema que, não fossem os estatutos da Fundação Cidade de Guimarães, já estaria resolvido. Os estatutos da FCG encerram vários mistérios.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E18 de Junho de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/06\/depois-do-debate.html\"\u003ENo final do debate, vi sinais de frustração em algumas pessoas que se têm envolvido no esforço de contribuir para uma Capital Europeia da Cultura melhor, que alimentavam expectativas de que os sinais que foram recebendo nestas últimas semanas seriam consequentes. Percebo a frustração, mas sinto que não é tempo para atirar a toalha ao chão.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"font-family: inherit; text-align: justify;\"\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E30 de Junho de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-family: inherit; font-size: small;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/06\/para-tudo-ha-um-tempo.html\"\u003EAo longo de quase dois anos, fui lendo os sinais (estava num posto de observação privilegiado, que me permitia ir observando do lado de fora, mas também, um pouco, do lado de dentro). Longo foi o tempo para a paciência, na expectativa de que acontecesse o que era imperativo acontecer. Depois, foi o tempo para a impaciência: não tinha sido aquilo que nos tinham prometido e tivemos que o dizer, repetidamente, até sermos escutados. Algumas coisas já mudaram, outras nem por isso. A Capital Europeia da Cultura com que sonhámos, num sonho que sei que era partilhado por muitos, já ficou para trás. Irremediavelmente. O que vamos ter em 2012 vai ser grandioso e entusiasmante, certamente, mas não vai ser a mesma coisa.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cu\u003E\u003Cb\u003E\u003Cspan style=\"font-size: x-small;\"\u003E2 de Julho de 2011\u003C\/span\u003E\u003C\/b\u003E\u003C\/u\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv style=\"font-family: inherit;\"\u003E\u003Cspan style=\"font-size: small;\"\u003E\u003Cspan style=\"color: black; line-height: 115%;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/07\/sobre-cultura-em-guimaraes.html\"\u003EA pretexto da Capital Europeia da Cultura que aí vem, não faltou quem se atribuísse a si próprio a nobre missão de evangelização cultural deste território de bárbaros, encarregando-se de trazer as luzes da civilização aos brutos que viam em nós. E logo concluíram que, além de brutos, seríamos difíceis (“como é difícil trabalhar com esta gente”, iam murmurando por aí) e mal agradecidos, já que não nos ajoelhávamos perante a imensidão da sua sabedoria, nem elevávamos ao céu cânticos de congratulação e de reconhecimento pelo seu esforço inglório para nos ensinarem aquilo já sabíamos. Se há marca distintiva de Guimarães, é a que resulta da dimensão e da consistência da sua vida cultural. Que não vai começar amanhã, nem começou ontem.\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/araduca.blogspot.com\/feeds\/4008253865732380548\/comments\/default","title":"Enviar feedback"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.blogger.com\/comment.g?blogID=51812987822366859\u0026postID=4008253865732380548","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/51812987822366859\/posts\/default\/4008253865732380548"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/51812987822366859\/posts\/default\/4008253865732380548"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/araduca.blogspot.com\/2011\/07\/rebobinando.html","title":"Rebobinando"}],"author":[{"name":{"$t":"Unknown"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"16","height":"16","src":"https:\/\/img1.blogblog.com\/img\/b16-rounded.gif"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-33ISezYIgaA\/TiH_2urONkI\/AAAAAAAABr4\/o2ZS8hetQvo\/s72-c\/CecCandidaturaWeb.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}}});