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A mostrar mensagens de Agosto, 2016

Francisco Martins Sarmento, O Homem Estátua (II)

Está completa a conversa, que correu uma destas tardes à sombra do monumento a Francisco Martins Sarmento, onde se desfiam memórias sobre um grande vulto da cultura portuguesa e europeia, conduzida por Fernando Alves, para o programa O Homem Estátua, que passa na TSF por estes dias de Agosto, com sonoplastia de João Félix Pereira.
A segunda parte passou há pouco na rádio, mas o programa (como todos os outros da série, que são absolutamente imperdíveis) pode ser escutado em qualquer altura em tsf.pt. É só seguir o caminho para onde apontam as ligações que aqui deixo.
Francisco Martins Sarmento, O Homem Estátua, 1.ª parte (9 de Agosto de 2016)

Francisco Martins Sarmento, O Homem Estátua, 2.ª parte (10 de Agosto de 2016)


Francisco Martins Sarmento, O Homem Estátua

Francisco Martins Sarmento nunca quis que lhe fizessem um monumento. Um  dia, quando ele já não tinha como dizer que não, por já cá não estar, fizeram-lho. Está no jardim que fica em frente à sua casa, no largo que tem o seu nome e é o pretexto para mais um programa da série O Homem Estátua, que está a passar na TSF por estes dias de Agosto e que hoje traz Fernando Alves de volta a Guimarães para evocar Sarmento, no dia em que se assinala mais um aniversário da sua morte.
Francisco Martins Sarmento | O Homem Estátua | 9 de Agosto de 2016
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O Homem Estátua é o pretexto para falar de figuras relevantes da vida política, social ou cultural do país e cuja memória, por uma ou outra razão, permanecem muitas vezes apenas no verde desmaiado de um busto em bronze, num jardim ou numa praça de uma vila ou cidade portuguesa. Com a colaboração de académicos, estudiosos da história local, familiares da personagem evocada, O Homem Estátua é também uma maneira diferente de pr…

9 de Agosto de 1899: a morte do patriarca

A notícia começou a correr ao início da tarde do dia 9 de Agosto de 1899: morreu o Sarmento. Esperada, a notícia não chegava de surpresa, o que não impediu que a cidade de Guimarães fosse tomada por uma profunda comoção. Desaparecia o “maior cidadão vimaranense” daquele século. Muito se escreveu sobre os padecimentos físicos do arqueólogo, que se arrastavam há mais de uma década, mas a causa da sua morte todos a sabiam, como testemunharia o redactor de O Comércio de Guimarães que redigiu a notícia do desaparecimento do descobridor da Citânia de Briteiros: “este homem foi vítima do seu profundo amor pelo estudo”.
As homenagens fúnebres a Francisco Martins Sarmento, de tão grandiosas e impressionantes, ficaram bem gravadas na memória dos que nelas participaram. O cadáver, foi entregue na sexta-feira, à noitinha, à direcção da Sociedade Martins Sarmento, que o recebeu no átrio do palacete de Sarmento, tendo sido conduzido pelos sócios iniciadores daquela instituição, Avelino da Silva Gu…